Categoria: Reabilitação

Semana da Enfermagem

O Dia Mundial do Enfermeiro é celebrado aos 12 de maio, data de nascimento da primeira enfermeira da era moderna, Florence Nightingale.

A equipe de enfermagem, a mais numerosa da SBA recebeu homenagens e celebrou sua nobre função com palestras, discussões e sessões de massagem e maquiagem para que recebam o carinho e atenção que tanto dispendem para outros!

A maquiagem foi realizada pelos alunos do curso de Beleza e Estética do SBA Girassol Pro.

 

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Treinamento de Memória – parte 2

Em postagem anterior, Meggy Zander, instrutora voluntária do grupo de Treinamento de Memória em Alemão listou os benefícios da atividade praticada no SBA Residencial.

Trazemos aqui as dicas de Meggy para você treinar, sozinho ou em grupo, por apenas 10 minutos diários:

–  fazer coisas fora da rotina, como escovar os dentes com a outra mão, fazer um passeio para um lugar novo, preparar um jantar surpresa especial, etc

– jogar: jogo da memória, sudoku, montar quebra-cabeças

– ler um texto virado de cabeça para baixo

– escrever uma carta para alguém de surpresa

– desenhar com duas mãos ou no sentido espelhado,

Segundo o National Institute of Aging, o cérebro intacto de uma pessoa idosa tem a mesma atividade e eficiência como de uma pessoa jovem. Por essa razão, fazer um treinamento vitalício de memória aumenta a possibilidade de se ter um “cérebro intacto”, também na idade avançada.

 

Crédito da imagem: Freepik

 

 

Interação Assistida por Cães

Pensando em oferecer mais opções de entretenimento e bem-estar, a equipe de Hospitalidade do SBA Residencial contratou especialistas em Interações Assistidas por Animais (IAA) para promoverem uma divertida manhã de convívio entre cães e moradores.

Aníbal, Batata, Brisa, Nix e Valente são animais muito bem tratados e treinados para lidar com idosos. Além dos cuidados fundamentais de higiene e saúde, os cães recebem adestramento específico para reagir positivamente aos estímulos dos humanos e também incentivam as pessoas a brincar e se movimentar.

As orientadoras Fabiana Dutra e Fátima Neves, acompanhadas por Adriana e Carolina,  trouxeram seus fiéis colaboradores de quatro patas no sábado (12/3) para conhecer cerca de 50 idosos que puderam acariciar, brincar e observar a docilidade e inteligência dos ‘melhores amigos do homem’.

As IAAs podem ocorrer de algumas maneiras distintas. As mais utilizadas atualmente são as Terapias, Atividades, Educação e os Cães de Assistência. No SBA Residencial estamos trabalhando com as Atividades Assistidas por Animais (AAA), onde é possível atender a um grande grupo de pessoas, oferecendo momentos lúdicos e prazerosos com os cães.

O objetivo da IAA é aprimorar a sociabilidade, melhorar aspectos emocionais e a função cognitiva. Considerando inclusive que muitos moradores do SBA Residencial já tiveram animais de estimação, o contato proporcionado pela IAA traz vários benefícios.  Um estudo do Journal of the American Association of Human-Animal Bond Veterinarian (África do Sul, 2001) concluiu que após 15 a 20 minutos de interação são potencializados os seguintes aspectos: socialização, comunicação, memória, percepção da realidade, concentração, atenção, colaboração, resolução de problemas, confiança, afetividade, elevação da auto-estima, estabelecimento de vínculos, aceitação da reabilitação e prática de atividade física.

Thomas Polisaitis, gerente-geral da SBA foi um dos mentores/apoiadores da iniciativa de trazer a TAA para nossa rotina. “Tenho quatro cães e sei o bem que me fazem. São animais historicamente muito ligados ao homem e não tenho dúvida de que a terapia será bem recebida por nossos moradores e trará mais bem-estar a eles”.

 

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Agenda do Morador: Grupos de Memória

No SBA Residencial, o treinamento de memória foi implantado para incentivar os moradores com algum déficit de memória a desenvolver métodos para lembrar e aumentar o poder de vocabulário perdido com o passar dos anos. Melina Cristina de Souza, terapeuta ocupacional, explica como é feito esse trabalho: “Através de atividades que exijam raciocínio lógico, uso da memória imediata, memória longa e agilidade no pensar, os participantes são incentivados a exercitar o armazenamento de informações. ”

A atividade utiliza jogos populares como cruzadinhas e caça-palavras. Uma brincadeira eficaz e divertida é bastante apreciada: define-se um tema e uma letra que os participantes devem considerar para fornecer palavras inéditas no jogo, até esgotarem-se as possibilidades. O exercício torna-se um desafio que promove grande interação entre os participantes e rende boas risadas nas tardes de sexta-feira.

Para os moradores que falam alemão, há um grupo de treinamento de memória naquele idioma, conduzido pela voluntária Mechtild Zander (Meggy) desde 2002. Esse grupo, que tem em média 8 participantes bem motivados e animados, com idades entre 80 e 100 anos, teve início na SBA em 1999 com a antiga voluntária Cornelia Benesch. O método que a voluntária aprendeu na Alemanha teve muita procura popular na década de 90, culminando até com campeonatos de memória.

“O tamanho do nosso grupo é bom, porque os exercícios são realizados em primeiro lugar verbalmente e assim cada um dos moradores consegue participar. A língua e cultura alemãs dão muitas possibilidades para jogos com palavras e números, bem como jogos de memória com poemas, canções e provérbios que trazem lembranças da infância. A aula é organizada com diferentes exercícios, nos quais nós treinamos a concentração, o conhecimento, a memorização, a imaginação e a criatividade. No fim de cada aula os participantes podem levar tarefas de casa e trazer para a próxima aula”, conta Meggy Zander.

Mas por quê devemos fazer um treinamento de memória? Meggy explica que o cérebro é como um músculo e nós precisamos treiná-lo regularmente. Mesmo na idade avançada, nós podemos aumentar ainda a capacidade cerebral. O cérebro pode funcionar um pouco mais devagar, porque a distribuição das substancias químicas neurotransmissoras produzidas por nosso corpo está mais lenta. Mas a capacidade de aprender fica mantida até uma idade avançada. Em contrapartida, sem estímulos o cérebro atrofia, como acontece com um músculo do corpo.

A orientadora voluntária lista os principais benefícios da atividade:

– aumenta a concentração e a motivação;

– aumenta a capacidade de memorizar em três etapas: aprender, gravar e achar;

– treina a memória de curto e médio prazo (inteligência fluida), aumentando assim a  agilidade para processar novas informações e a duração da presença desta informação no  cérebro;

– treina e aumenta a precisão, a decisão e a criatividade.

Você quer treinar sua memória? Na próxima semana lembre-se de ler nosso boletim e visitar nosso blog, onde publicaremos ótimas dicas de Meggy Zander!

 

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Música no Acácias

Uma iniciativa do pastor Nino, o capelão da SBA, vem transformando a rotina dos moradores em recuperação.

A maior parte dos leitos de retaguarda do SBA Residencial estão localizados no Akazienheim, conhecido como prédio Acácias. Seus moradores não participam das atividades regulares com a mesma frequência dos idosos que gozam de mais autonomia, e por isso, o pastor Nino teve a ideia de levar apresentações musicais até eles.

A surpresa foi que os demais moradores seguiram os sons que ecoaram pelo residencial e também foram ao Acácias ouvir os recitais, criando um espaço de convivência para todos.

A cada quinze dias, sempre às quintas-feiras pela manhã, o professor de piano Oziel Seles Silva vem tocar voluntariamente no segundo andar do Acácias. O pianista encanta a todos, apresentando um repertório diversificado com peças clássicas e populares, como a Valsa do Minuto, de Chopin; Pour Elise, de Beethoven; Yesterday, dos Beatles; Como é Grande o Meu Amor por Você, de Roberto Carlos.

Oziel começou a estudar aos 12 anos em um curso livre na Bahia. Concluiu estudos de piano em conservatório em Montes Claros (MG) e obteve graduação em Música em São Paulo. Além de lecionar piano, Oziel faz pós-graduação em regência.

Sempre utilizando a linguagem musical para levar mais bem-estar aos moradores, o pastor Nino tem trazido à SBA apresentações diversas, como violão, violino, escaleta e canto. Os músicos são jovens voluntários que o auxiliam nas celebrações. Sempre no primeiro sábado de cada mês, a partir de 13:30, os voluntários circulam pelas moradias tocando e cantando para os moradores do Residencial.

 

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A decisão de institucionalizar um idoso

A decisão de institucionalizar um idoso é delicada, geralmente não foi planejada e muitas vezes é tomada em situações de desespero. Nessas horas, o familiar começa a vivenciar uma série de sentimentos: culpa, insegurança, impotência, medo, angústia e dúvidas, tornando o processo ainda mais doloroso e difícil, muitas vezes resultando em escolhas inadequadas.

Para ajudar no processo de escolha da instituição, o SBA Residencial destaca aspectos fundamentais que devem ser avaliados pelos familiares:

– A instituição deve ter equipe multidisciplinar, composta por profissionais especializados: médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, psicólogos, fonoaudiólogos, nutricionistas.

– Os ambientes internos e externos devem ser adaptados para a terceira idade e com acessibilidade, incluindo espaços ao ar livre, com áreas verdes.

– Atividades recreativas precisam oferecer diversão e socialização, além dos estímulos físicos, intelectuais e culturais.

Destacamos ainda que é importante olhar as instalações, a estrutura e os serviços, mas é imprescindível observar as pessoas e como os profissionais cuidam e acolhem o idoso e seus familiares.

Daniela Gomez, médica geriatra e coordenadora de saúde do SBA Residencial reforça que a empatia e o carinho da equipe, bem como a presença dos familiares são fundamentais na fase de adaptação. “Na grande maioria das vezes, à medida em que o tempo vai passando, a família observa que o idoso está feliz, participando de atividades, recebendo cuidados médicos e de enfermagem, e percebem que tomaram a decisão certa e que poderiam ter feito a escolha há mais tempo”.

Após a fase de adaptação, as famílias geralmente se sentem não apenas satisfeitas, acolhidas e seguras com a prestação de serviços, mas também mudam seus conceitos sobre institucionalização, uma vez que a convivência num residencial faz com que preconceitos sejam desfeitos.

Leia também:

http://blog.sba-br.org.br/aspectos-emocionais-do-processo-de-institucionalizacao/

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Agenda do Morador: Dança Sênior

Nesta semana destacamos os benefícios de uma atividade praticada na SBA há cerca de 18 anos.

Idealizada pela alemã Ilse Tutt em 1974, a Dança Sênior foi trazida e implantada no Brasil ainda nos anos 70.  Essa modalidade é composta por movimentos leves e lentos, que são aprendidos facilmente, dentro das possibilidades dos praticantes idosos. As músicas tocadas são de estilo folclórico, com ritmos bem marcados, típicos de músicas regionais oriundas de culturas diversas. Algumas coreografias são empregadas, incluindo utensílios manuais como bastonetes, lenços, pratos coloridos, entre outros.

Segundo a professora Judith Ueno, que conduz um grupo na SBA, o objetivo da Dança Sênior é praticar uma atividade saudável em vários planos: mental, social e cultural. A dança estimula os movimentos físicos, prevenindo a fraqueza muscular, resgatando e melhorando a rigidez. O exercício proporciona mais segurança, pois treina o domínio do corpo.

Praticando a Dança Sênior, o idoso melhora sua circulação sanguínea e em consequência, a oxigenação dos órgãos. E ainda desenvolve a memória pela necessidade de decorar os passos e as figuras de dança, que são de baixo impacto, de curta duração e sem grandes esforços físicos.

 

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Assista à um trecho da aula de 23 de janeiro de 2016:

 

 

 

Aspectos emocionais do processo de institucionalização

A projeção de inversão do perfil demográfico do país, com mais idosos do que jovens em 2030, associado à diminuição da natalidade e da inserção da mulher no mercado de trabalho traz à tona uma preocupação: a de quem cuidará do elevado número de idosos com perda de funcionalidade e com dependência para as atividades da vida diária.

No início, a maioria das famílias optam por manter o idoso no domicílio e contratam cuidadores de idosos e aí começam a enfrentar uma série de problemas: a falta de comprometimento dos profissionais, a escassez de tempo para administrar os funcionários e a saúde do idoso, as limitações de espaço e privacidade, e o desconhecimento para lidar com patologias típicas do envelhecimento. Esse conjunto de fatores faz com que os familiares sintam-se desgastados, impotentes e frustrados. No momento em que percebem que não conseguem prestar o atendimento que o idoso merece e necessita, os familiares buscam uma outra possibilidade: as instituições de longa permanência.

Atualmente, as instituições de longa permanência são, em sua maioria, organizações sérias que oferecem serviço especializado e de qualidade ao atendimento de idosos com ou sem dependência funcional. Tais instituições se dedicam a tratar precocemente as doenças sintomáticas e suas complicações, bem como oferecem acolhimento, carinho, atenção e atividades físicas, intelectuais, culturais, facilitando a socialização e contribuindo para o bem-estar dos idosos. É preciso discutir a institucionalização no Brasil: desmistificar a questão, trazer a sociedade para a realidade deste processo e desvincular o conceito antigo embutido na sociedade de que institucionalizar é sinônimo de abandonar.

Leia mais:  http://blog.sba-br.org.br/decisao-de-institucionalizar/

 

Agenda do Morador: Reiki

Uma vez por semana, o fisioterapeuta voluntário Paulo Carvalho conduz uma sessão de Reiki com um grupo de moradoras assíduas.

Originário do Japão, o Reiki é uma técnica de relaxamento que tem por objetivo equilibrar o corpo por meio de uma respiração tranquila e harmônica. O trabalho de Paulo é realizado com uma série de exercícios físicos que levam ao relaxamento. “A interação dos exercícios com a respiração harmônica permite ao praticante das técnicas atingir momentos de muita tranquilidade. Em termos fisiológicos, como toda atividade de relaxamento, busca-se o alívio do estresse diário, o que aumenta o aproveitamento das atividades diárias e também dos momentos de repouso”, explica o fisioterapeuta.

 

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Musicoterapia

A sessão de domingo com o Professor Wilson também adotou temática carnavalesca.

“Aproveitamos o tempo de carnaval para relembrar as canções e marchinhas antigas.
O repertório é sem fim, bem com a emoção preservada e manifesta naquele dia”, relatou o professor. Os participantes, nostálgicos, exaltaram a beleza das músicas e nem viram o tempo passar: “Mas, já acabou!?”